Por Larry
Romanoff, October 14, 2022
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Uma das principais iniciativas da
propaganda americana pretende avaliar e julgar as nações, uma encenação em que
os americanos, com a ajuda inestimável dos meios de comunicação social de propriedade
judaica, detêm o único microfone, enquanto exercem o seu presumível direito de
estabelecer as normas de avaliação da validade moral inerente a outras nações e
formas de governo e, mesmo, das próprias culturas nacionais. Mas a maior parte
das normas aplicadas nestes exercícios de "Sentirmo-nos bem por sermos
americanos" são vazias, medidas indefinidas e em grande parte
indefiníveis, praticamente todas incomensuráveis e, na sua maioria, um
disparate utópico. Somos bombardeados constantemente com afirmações tolas de
"liberdade", "valores democráticos", "Estado
de Direito", "leis baseadas no Direito Internacional",
ou com conceitos de que somos "uma sociedade genuinamente livre e
aberta". Estas frases, embora usadas para influenciar e persuadir, são
tão comuns que já não fazem sentido.







