L.Romanoff´s interview

 

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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Wednesday, September 21, 2022

PT -- LARRY ROMANOFF -- OS JUDEUS DE ESTALINE --Parte 1 -- September 18, 2022



Os judeus de Estaline

Por Larry Romanoff, 18 de Setembro de 2022

 



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Este assunto é importante não só pelo seu interesse, mas também porque proporciona ligações que nos ajudam a colocar outros acontecimentos históricos em perspectiva e ainda mais, porque é um exemplo espantoso, mesmo fascinante, do modo como a História é deturpada, de como a omissão de apenas alguns factos cruciais pode distorcer totalmente todo um segmento vital da mesma História. O resultado é que, muito do que "sabemos" sobre a nossa História não só está completamente errado, como também nos induz a não dar importância a pessoas inocentes enquanto simpatizamos com os culpados.

Há alguns anos, Sever Plocker escreveu um artigo para o Ynet News de Israel intitulado "Os Judeus de Estaline" (1) no qual afirmava: "Não devemos esquecer que alguns dos maiores assassinos [em massa] dos tempos modernos eram judeus". Este artigo é um testemunho das suas declarações.

Para citar Plocker, "Não podemos saber, exactamente, o número de mortes pelas quais a Cheka foi responsável nas suas várias manifestações, mas o número é, pelo menos, de 20 milhões, incluindo as vítimas da colectivização forçada, da fome, das grandes purgas, das expulsões, das deportações, das execuções e da morte em massa em Gulags. Foram eliminados estratos populacionais completos: Agricultores independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais superiores, intelectuais, artistas, activistas de movimentos laborais, "membros da oposição" que foram definidos completamente ao acaso e inúmeros membros do próprio partido comunista.

E nós, os judeus? Muitos judeus venderam a alma ao diabo da revolução comunista e têm sangue nas suas mãos para toda a eternidade. O Dr. Halfin descreveu as ondas de terror soviético como um "carnaval de assassinatos em massa", "fantasia de purgas", e "messianismo do mal". Acontece, também, que os judeus, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem tornar-se grandes assassinos, entre os mais reconhecidos pela História Moderna. Mesmo que o neguemos, não podemos escapar ao judaísmo dos "nossos carrascos", que serviram o Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde o seu estabelecimento.


Um estudante israelita termina o liceu sem nunca escutar o nome "Genrikh Yagoda". O maior assassino judeu do séc. XX, o Vice-Comandante da GPU, fundador e comandante da NKVD, Yagoda implementou diligentemente as ordens de colectivização de Estaline e é responsável pela morte de, pelo menos, 10 milhões de pessoas. Os seus deputados judeus estabeleceram e geriram o sistema Gulag".

Plocker afirma então, uma visão demasiado comum entre os judeus em toda a parte, quando escreve: "Os judeus activos nos aparelhos terroristas oficiais comunistas ... não o fizeram, obviamente, como judeus, mas sim, como estalinistas, comunistas e como "povo soviético". Mas ele redime-se ao afirmar ainda: "A minha opinião é diferente. Considero inaceitável que uma pessoa seja considerada como membro do povo judeu quando realiza grandes feitos, mas não seja percebida como parte integrante do nosso povo quando faz coisas espantosamente desprezíveis". Não poderia deixar de estar mais de acordo com esta afirmação.

Se os argumentos são válidos, então a Alemanha não deve pedir desculpa ou sentir remorsos por nada, porque afinal Hitler não estava a agir como alemão, mas como "europeu" ou como "nazi". É, simplesmente, uma tentativa foleira de nos dizer que os judeus são "realmente judeus" apenas quando são bons. Ao que tudo indica, quando são maus, o seu judaísmo é  excluído e assumem outra identidade.

Os judeus não estão dispostos a aceitar a explicação de um  número avultado de membros do seu próprio povo a cometer atrocidades perversas, por isso, minimizam a sua própria origem, reescrevem a História e esquecem-na. Talvez ainda façam mais. E o que devemos pensar do  tratamento selvagem e desumano que os judeus, em Israel, infligem ao povo palestiniano? Será que estão a agir como judeus, quando apontam e disparam as armas em direcção à cabeça das crianças, quando bombardeiam a escola da ONU até conseguir a sua destruição total, ou quando destroem a escola americana em Gaza, com fósforo branco e queimam crianças vivas? É claro que estão a agir como judeus.

Plocker refere-se a outro facto, à tentativa de confundir e transferir a responsabilidade e a culpa dos judeus para o povo russo. Ele observou que Niall Ferguson, um denominado "Historiador" da Universidade de Harvard, no seu livro "The War of the World"/"A Guerra do Mundo", afirmou que "nenhuma revolução na História da Humanidade devorou os seus filhos com o mesmo apetite desenfreado como a Revolução Soviética". Plocker também recordou que o Dr. Igal Halfin, da Universidade de Telavive, num livro sobre as purgas estalinistas, declarou que "A violência estalinista foi inédita, na medida em que era dirigida internamente, contra o seu próprio povo".

Considero estas declarações, argumentações idiotas e repulsivas, actos aparentemente deliberados para desviar a responsabilidade de uma campanha de assassinato em massa quase sem igual. A Revolução Soviética, de modo algum,"devorou os seus filhos"; os judeus vieram à Rússia para devorar as crianças russas. E a violência foi "dirigida internamente" apenas no sentido de que, quem a executava, eram os agentes externos, forasteiros que chegavam para matar.

Alguns antecedentes históricos

Num ensaio anterior sobre judeus e revoluções (2), salientei que, no passado, houve muitas ondas de tentativas de revoluções, todas instigadas pelos judeus, mas, na sua maioria, foram enterradas e deturpadas por esses mesmos Judeus. A Rússia é um caso particular. Não parece ser do conhecimento geral, mas a Rússia teve mais do que a sua quota-parte de tentativas de revoluções, quer antes, quer depois do acontecimento de 1917, que todos conhecemos como "A Revolução Russa".

 

As Revoluções de 1848

Em 1848, o mundo teve, em essência, uma epidemia de tentativas de revoluções e derrubes de governo, afectando literalmente dezenas de países, entre os quais a Rússia. Houve um ligeiro sucesso em França, mas todas as outros foram esmagadas. No entanto, 1848 foi um ponto importante na História Mundial que, quase nunca é considearado como tal, porque os elementos individuais são todos tratados separadamente pelos nossos designados historiadores (principalmente judeus) e pelos editores de livros (quase inteiramente judeus) que nunca nos fornecem os instrumentos para ligar todos esses acontecimentos distintos num único quadro. Não vou deter-me neste ponto, mas todas as revoluções desse ano surgiram da mesma fonte, sendo um esforço enorme concentrado em reconfigurar os governos do mundo, para se tornarem mais compatíveis com os objectivos dos judeus Khazarianos.

A Revolução de 1881

A Rússia teve outra revolução em 1881, (3) instigada pelas mesmas pessoas, neste caso com o assassinato do Czar Alexandre II, por uma judia chamada Vera Figner, líder de um grupo terrorista judeu denominado "A Vontade do Povo". Esta foi a sua notificação ao Czar Alexandre III: (4)

 

"Trabalhadores da Rússia! Hoje, 1 de Março, Alexandre, o Tirano (Alexandre II) foi morto por nós, Socialistas. Foi morto porque não se importava com o povo. Sobrecarregou-o com impostos. Privou os camponêses da terra. Entregou os trabalhadores a saqueadores e a exploradores. Não deu liberdade ao povo. Não deu ouvidos às lágrimas do povo. Preocupava-se apenas com os ricos. Viveu no luxo. A polícia maltratava o povo e ele recompensava-a, em vez de a castigar. Enforcou ou exilou qualquer pessoa que se destacasse em nome do povo ou em nome da justiça. Foi morto por essa razão. Um Czar deveria ser um bom pastor, pronto a dedicar a vida às suas ovelhas. Alexandre II era um lobo devorador e foi aniquilado através de uma uma morte terrível".

A Revolução de 1890

Parece que os nossos revolucionários também não se importaram muito com Alexandre III e fizeram outra tentativa abortada, em 1890. Como parte da sua trama revolucionária, os judeus aproveitaram um ano de colheitas pobres, numa tentativa de promover uma revolução popular devido à fome, como aconteceu em França. Inicialmente, o governo russo desconhecia a extensão da fraca colheita e a escassez de alimentos e atrasou a sua actuação durante algum tempo. Percebendo o resultado natural e sabendo também, que os preços dos cereais eram muito mais elevados para exportação do que para consumo interno, os "compradores de cereais" judeus anteciparam as acções do governo, comprando e exportando rapidamente grande parte da colheita já limitada desse ano, antes que os decretos Imperiais o pudessem impedir. A fome resultante foi grave e morreram quase 500.000 pessoas. No entanto, a tão esperada revolução não aconteceu. (5)

A Revolução de 1905

A tentativa seguinte foi muito mais memorável, sendo esta revolução de 1905 e o seu acontecimento denominado "Domingo Sangrento", onde um protesto organizado foi brutalmente rejeitado pelo novo czar Nicolau II. Durante os dois anos seguintes, os judeus organizaram brigadas terroristas que mataram muitos milhares de pessoas, principalmente funcionários da polícia e do governo. Vários milhares de terroristas judeus foram apanhados e exilados na Sibéria e noutros locais, mas esta narrativa tem um elemento intimamente relacionado e muito importante que a História desvinculou e que temos necessidade de compreender. (6)

A Guerra Russo-Japonesa

Não entrarei em demasiados detalhes sobre este ponto, porque este assunto é vasto e existem outras referências facilmente disponíveis sobre os factos básicos. (7) Em termos simples, a Rússia queria um porto naval de águas quentes na Coreia do Norte ou no Norte da China, áreas sob o controlo dos japoneses. O quadro é um pouco obscuro, mas é evidente que os judeus estavam a fomentar fortemente, a beligerância e a turbulência em ambos os lados e, indiscutivelmente, a promover um compromisso militar sério. Jacob Schiff estava a promover uma política (completamente fictícia) em ajudar o Japão a industrializar-se e militarizar-se, para se proteger dos "cristãos do Czar da Rússia". (8)

Um dos pormenores importantes da História que tem sido suprimido é que, o Japão não só estava a ser incitado para uma guerra com a Rússia, mas foi-lhe concedido um financiamento de 200 milhões de dólares pelos Rothschilds europeus para comprar uma vasta gama de armamento convenientemente fornecido pelas fábricas de armas Rothschild, na Alemanha. O Japão estava literalmente armado até aos dentes com o mais recente de tudo - e tudo a crédito. Outro detalhe omitido na História é que foi vendido à Rússia, essencialmente as mesmas armas por cerca dos mesmos 200 milhões de dólares e também a crédito, financiado por outro grupo de banqueiros judeus, mas fornecido pelas mesmas fábricas Rothschild. Felizmente, para os japoneses, as suas armas chegaram mesmo a tempo dos ataques à Rússia, permitindo que o Japão destruísse grande parte da frota russa. Infelizmente, para a Rússia, as entregas de armas foram, inexplicavelmente, , não tendo chegado até que todos os danos tivessem sido concretizados, deixando assim o governo fraco, desmoralizado e em desordem, com grande parte do Exército e do armamento destruídos.

Nesta altura, apesar desta derrota, a Rússia acabou por obter metade da ilha de Sakhalin para utilização das suas bases navais e obteve o restante após a II Guerra Mundial. Assim, os japoneses perceberam que a guerra com a Rússia não lhes trazia qualquer benefício, pelo menos, para eles. Contudo, aperceberam-se também de outra coisa - que tinham sido sugados pelos judeus para uma guerra com o único objectivo de enfraquecer a Rússia, como preparação para a planeada revolução de 1905. Não só não obtiveram qualquer benefício da guerra, como foram utilizados meramente como um instrumento involuntário para enfraquecer um inimigo a ser conquistado por outras pessoas – e esta experiência deixou o Japão quase falido e com uma dívida de 200 milhões de dólares.

 

Os nossos livros de História e a Wikipédia não têm conhecimento deste episódio. Um exemplo de como, ao omitir somente um detalhe crucial, se altera todo o quadro de um acontecimento histórico, levando todos os estudantes a uma conclusão completamente errada.

Os japoneses não se esqueceram e, devido a outras experiências semelhantes, perceberam que nunca seriam aceites como fazendo parte do mundo ocidental. Assim, quando os ventos da II Guerra Mundial começaram a soprar, os japoneses não queriam, obviamente, inimigos estrangeiros no seu meio. Primeiro expulsaram todos os judeus de Nagasaki, em 1926 e, mais tarde, todos os judeus de todo o Japão. É, neste ponto, que podemos fazer mais ligações históricas. Parece ser quase uma certeza que a razão pela qual Bernard Baruch, judeu e, na altura, "o homem mais poderoso dos EUA", escolheu Nagasaki como um dos alvos da bomba atómica. E, sem dúvida, foram as expulsões totais posteriores, a razão pela qual Baruch escolheu o Japão como alvo para os EUA demonstrarem as suas proezas atómicas recém-adquiridas.

Os judeus Khazarianos não perdoam nenhuma nação que os expulse, razão pela qual a pobre e pequena Cuba tem sido terrivelmente castigada desde a revolução de Castro e uma das razões pelas quais a China é hoje um alvo - porque Mao expulsou todo o ópio e todo o outro tipo de judeus da China assim que tomou conta do poder. As publicações judaicas dizem-nos que os judeus deixaram Shanghai "apressadamente", logo após a guerra, omitindo a causa dessa "pressa".

Isto é um aparte, mas a segunda expulsão de todos os judeus do Japão é a fonte das histórias fabricadas sobre Shanghai de "acolher 40.000 judeus que escapavam às atrocidades de Hitler na Europa". A narrativa, uma mentira na sua totalidade, refere que todos estes judeus viajaram da Alemanha para Shanghai, onde estariam "a salvo" de Hitler. Mas se este fosse o seu objectivo, teria sido suficiente atravessar a fronteira para a Rússia; teria sido mais do que suficiente chegar a Moscovo. Não faz sentido viajar 7.000 Kms. até à Sibéria, depois mais 5.000 Kms. a sul até Shanghai. Havia muitos lugares seguros no caminho. Em qualquer caso, na melhor das hipóteses, o transporte de Moscovo para a Sibéria era mínimo e não havia nenhum sistema capaz de transportar mais de 40.000 pessoas para Yakutsk, nem havia instalações para levar essas pessoas através da Sibéria, Mongólia e Manchúria, à época, controlada pelo Japão, até Shanghai. Foram os judeus expulsos do Japão que inundaram Shanghai, embora pudesse ter havido alguns que viajaram por terra. E não foram os "chineses caridosos" que salvaram 40.000 judeus de Hitler, como nos dizem. Os japoneses tinham o controlo total de Shanghai, bem como de grande parte do Nordeste da China, e Shanghai já tinha um grande número de judeus do ópio, pelo que a transferência foi natural. A "China" não tinha voto na matéria, Shanghai também não tinha voto na matéria e todos os "chineses de caridosos" nem sequer sabiam o que aconteceu.

A seguir: De volta à Revolução de 1905

*

A obra completa do Snr. Romanoff está traduzida em 32 idiomas e postada em mais de 150 sites de notícias e de política de origem estrangeira, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, exerceu cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi detentor de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante da Universidade Fudan de Shanghai, ministrando casos de estudo sobre assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, de momento, está a escrever uma série de dez livros relacionados com a China e com o Ocidente. Contribuiu para a nova antologia de Cynthia McKinney, ‘When China Sneezes’  com o segundo capítulo, “Lidar com Demónios”.

O seu arquivo completo pode ser consultado em

https://www.bluemoonofshanghai.com/ e https://www.moonofshanghai.com/

Pode ser contactado através do email:

2186604556@qq.com

*

Notas (em língua inglesa)

(1) Stalin’s Jews - Os judeus de Estaline

https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html

(2) Jews and Revolutions - Judeus e Revoluções

https://www.bluemoonofshanghai.com/politics/8184/

(3) 1881 March 13 Czar Alexander II assassinated in St. Petersburg - 1881 Março 13 Czar Alexandre II assassinado em São Petersburgo

https://www.history.com/this-day-in-history/czar-alexander-ii-assassinated

(4) MANIFESTOS ON THE ASSASSINATION OF ALEXANDER II (1881) -

MANIFESTOS SOBRE O ASSASSINATO DE ALEXANDER II (1881)

https://alphahistory.com/russianrevolution/manifestos-assassination-of-alexander-ii-1881/

(5) Russian Famine of 1891-1892 - A Fome russa de 1891-1892

https://www.volgagermans.org/history/famines/famine-1891-1892

(6) 1905 Russian Revolution - A Revolução Russa de 1905

https://spartacus-educational.com/RUS1905.htm

(7) Russo-Japanese War -- A guerra Russo-Japonesa

https://www.history.com/topics/japan/russo-japanese-war

(8) Jacob Schiff would help industrialize and militarize non-Christian Japan to fight against the Christians of Russia’s Tsar.

     Jacob Schiff ajudaria a industrializar e a militarizar o Japão não cristão, para lutar contra os cristãos do Czar da Rússia.

http://www.thechristiansolution.com/doc2009/145_Holodomor.html

 

Copyright © Larry RomanoffBlue Moon of Shanghai, Moon of Shanghai, 2022

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com


Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

 

 

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By Larry Romanoff, May 27, 2021

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