A Declaração de Guerra da Judeia à Alemanha
O Boicote Económico de 1933
Por Larry Romanoff, January 28, 2023
Nota dirigida aos Leitores: Parte do
conteúdo deste ensaio foi extraído de um artigo da The Barnes Review, Jan./Fev. 2001, pp. 41-45, de M. Raphael Johnson,
Ph.D., editor assistente da TBR. Foi publicado com permissão numa versão
digitalizada © 2002-2019, pelo The
Scriptorium[1].
Ao longo dos
séculos, os judeus consumaram numerosas atrocidades e crimes contra vários
povos e contra nações soberanas. Para além das guerras e das revoluções,
lançaram numerosos embargos alimentares e económicos, instigaram recessões
económicas brutais e muitas outras acções semelhantes. Este ensaio cobre um
desses acontecimentos que foi totalmente ocultado pela História, pelos autores
judeus, pelos editores de livros judeus, pelos principais meios de comunicação
social de propriedade judaica e foi tão bem enterrado que, talvez, num milhão
de pessoas, somente algumas delas estejam cientes da sua existência. No
entanto, esta é uma das tentativas mais ferozes do domínio judeu de uma nação e
tem sido descrita como "o acontecimento singular que desencadeou o que se
tornou a Segunda Guerra Mundial". Este acontecimento foi a guerra
económica mundial judaica de 1933 contra a Alemanha, uma guerra que ocorreu
muito antes de haver qualquer tipo de sanções ou represálias contra os judeus
na Alemanha.
"Ao
contrário do mito popular, antes do início da Segunda Guerra Mundial os judeus
permaneceram "livres" dentro da Alemanha - embora sujeitos a leis que
restringiram alguns dos seus privilégios. No entanto, um facto pouco conhecido
é que antes do início da guerra, a liderança da comunidade judaica mundial
declarou formalmente guerra à Alemanha - antes e depois do boicote económico permanente
que durou seis anos, lançado pela comunidade judaica mundial, quando o Partido
Nazi chegou ao poder em 1933. Deste modo e como consequência da declaração
formal de guerra, as autoridades alemãs consideraram os judeus como sendo
agentes inimigos em potência. "Muito antes do governo de Hitler começar a
restringir os direitos dos judeus alemães, os dirigentes da comunidade judaica
mundial declararam formalmente guerra à "Nova Alemanha". Até hoje, é
geralmente aceite (embora incorrectamente) que, quando Adolf Hitler foi nomeado
chanceler da Alemanha, em Janeiro de 1933, o governo alemão iniciou políticas
para suprimir os judeus da Alemanha"[2].
O âmbito desta
ocorrência foi que Hitler - que era apenas membro de uma coligação e, de
maneira nenhuma, o "líder" da Alemanha na altura - reconheceu
plenamente que a maior parte dos problemas enfrentados pela Alemanha tinham
sido causados pelos judeus. Entre estes estavam a instigação da 1ª Guerra
Mundial contra a Alemanha, a derrota da Alemanha na 1ª Guerra Mundial pelo recrutamento
dos EUA para a guerra e as imposições brutais e inconcebíveis do Tratado de
Versalhes. Hitler reconheceu plenamente que a hiperinflação da Alemanha e a depressão
implacável que a acompanhou foram totalmente instigadas pelos banqueiros judeus
para arruinar a Alemanha. Na altura, a economia da Alemanha estava numa
situação confusa, com uma taxa de desemprego muito elevada e pouca esperança de
qualquer tipo de reconstrução, principalmente porque os judeus (Rothschild)
eram proprietários do Banco Central da Alemanha e controlavam a moeda e grande
parte da economia e estavam muito mais interessados em pilhar o país do que em
reconstruí-lo. Ao reconhecer este facto, Hitler tomou algumas medidas notáveis.
Eliminou o Banco Central privado judeu, expulsou todos os judeus do sistema
bancário nacional, expulsou todos os judeus dos altos cargos governamentais e
retirou-os efectivamente de quaisquer posições onde pudessem continuar a fazer
mal à Alemanha e a impedir a sua ressurreição como Estado soberano. O registo
histórico do subsequente "milagre económico" de Hitler, na Alemanha,
é uma lenda e a informação está facilmente disponível. Apenas em três anos após
ter retirado Rothschild e os judeus do sistema bancário e assumido o controlo
da banca e da moeda, a Alemanha estava numa condição social e económica de
pleno emprego e a economia estava novamente a acontecer. As medidas económicas
de Hitler foram tão bem sucedidas que Roosevelt queria copiar a sua fórmula.

Ainda mais, os
EUA ficaram geralmente tão impressionados com o milagre económico de Hitler que
a revista Time o nomeou "Homem
do Ano". Claro que, desde então, a Time
aprendeu a lição e cobre-a com um ataque verbal e injurioso espantosamente
odioso do mesmo homem que tanto honraram, dizendo-nos agora que ""Ele
Continua a Viver como Símbolo do Mal"[3]. E, claro, Snopes (outro troll
Hasbara judeu) "verificou" isto[4], e diz-nos que é uma suposição
totalmente falsa que as designações de "Homem do Ano" da Time se destinavam a significar
grandeza e aprovação, e foram atribuídas apenas a pessoas que tiveram efeitos
benéficos para o mundo. Snopes diz-nos ainda que "o padrão da Time para o título tem sido identificar
a pessoa que "teve o maior impacto nas notícias", independentemente
de esse impacto ter sido positivo ou negativo", mas essa postura constitui
uma desonestidade imperdoável; a designação de "Homem do Ano" da Time
era uma enorme honra para uma pessoa notável. E, para completar a série de
mentiras judaicas de Snopes sobre o assunto, dizem-nos que na mesma edição de
1938 em que Hitler foi nomeado "Homem do Ano" da Time, Hitler foi
descrito como "a maior força ameaçadora que o mundo democrático e amante
da liberdade enfrenta hoje em dia". Penso que esta é uma boa altura para
abandonar quaisquer ilusões que possamos ter sobre a verificação independente
ou honesta de factos.
Naturalmente, os
judeus opuseram-se a ser removidos dos corredores do poder. Realizaram uma
conferência internacional mais ou menos imediata sobre a Alemanha, após a qual
apresentaram a Hitler basicamente duas exigências: Uma era a reinstalação do
Banco Central privado de Rothschild e a outra era a reintegração de todos os
judeus expulsos das suas posições de poder político ou outro poder. Hitler
recusou categoricamente e o resultado foi o boicote mundial da Alemanha.
Foi um
empreendimento muito maior e mais sinistro do que é geralmente percebido, mesmo
por aqueles que estão conscientes das noções básicas. Na altura, a Alemanha só
conseguia produzir alimentos suficientes para cerca de 70% da sua população, o
que significava que o país tinha de importar, regularmente, grandes quantidades
de alimentos. O que, naturalmente, requeria divisas estrangeiras - moedas
estrangeiras para as compras. O boicote económico judeu foi fundamentalmente
dirigido contra as exportações alemãs, com base no facto de que, se as
exportações do país caíssem a pique, os alemães não teriam divisas estrangeiras
para pagar as importações de alimentos e assim, talvez 30% dos alemães
morressem lentamente de fome. E o plano era esse: não se enganem a este
respeito. A intenção era matar à fome uma enorme percentagem da população da
Alemanha. Os judeus não publicaram esta intenção nos principais meios de
comunicação social, mas foi publicada em revistas menores e foi amplamente
discutida e compreendida que o resultado seria este. E eu argumentaria que seria
totalmente irrelevante e desonesto argumentar que os judeus não tinham tais
intenções porque, qualquer que fosse a sua intenção real, este seria o
resultado inevitável. Se as exportações da Alemanha entrassem em colapso, o
país seria incapaz de comprar alimentos e grande parte da população morreria
lentamente de fome. Não seria possível outro resultado. Mais uma vez, não se
enganem: esta era a intenção e não nos iludamos a acreditar ou a pensar que os
judeus não estavam cientes deste resultado. Já escrevi muitas vezes, que é
sempre um erro grave em matéria de negócios estrangeiros, assumir que as
pessoas não sabem o que estão a fazer.

Uma impressão fotográfica do London Daily Express,
com o cabeçalho sobre a guerra económica dos judeus contra a Alemanha e a promover
um boicote mundial aos produtos alemães.
Na altura,
muitos retalhistas grandes e pequenos (em muitos países) eram judeus, a maioria
do comércio grossista era propriedade de judeus, tal como a maioria dos grandes
importadores e a maioria dos navios ou linhas de navegação. O plano era que
nenhuma empresa judaica de qualquer tipo (nem qualquer empresa gentia sobre a
qual os judeus pudessem exercer actividade bancária ou outro tipo de
alavancagem) negociaria com qualquer tipo de mercadoria alemã. Além do mais, os
judeus e os bancos de propriedade judaica recusar-se-iam a financiar qualquer
parte do movimento de bens alemães e as companhias de seguros judaicas
recusar-se-iam a segurar, quer os bens, quer os navios que os transportassem.
Os corretores recusar-se-iam a negociar em acções de empresas alemãs. Além do
que, uma grande parte da capacidade de navegação da época era propriedade dos
judeus e nenhum navio judeu transportaria mercadorias alemãs. Onde os judeus
não fossem proprietários ou controlassem as empresas, exerceriam muita
influência e pressão sobre a banca e sobre as finanças, sobre a publicidade,
sobre os transportes e, praticamente, forçariam as empresas gentílicas a
submeterem-se aos seus desejos, tal como fazem hoje através de
"sanções" e de outras pressões. O embargo deveria ser mundial e
total. Muitos anúncios foram colocados por judeus em publicações dos meios de
comunicação, de propriedade judaica ou não, implorando a todos os cidadãos de
todas as nações que boicotassem totalmente todos os bens alemães. A
justificação foi apresentada como sendo crueldade infligida aos judeus na
Alemanha, quando na realidade tal coisa não estava a acontecer. Toda a justificação para o boicote foi
fundada em mentiras. Foi ainda apresentada como retaliação contra a
"Alemanha Nazi", quando "Nazi" não tinha qualquer papel a
desempenhar nesta charada, mas esta foi a base de todas as histórias mediáticas
da época sobre este assunto.

"Segundo o The Daily Express, de Londres, de 24 de
Março de 1933, os judeus já tinham lançado o seu boicote contra a Alemanha e contra
o governo eleito. O título dizia "A Judeia declara guerra à Alemanha -
Judeus de Todos do Mundo, Uni-vos - Boicote das Mercadorias Alemãs -
Manifestações em Massa". O artigo descreve uma próxima "guerra
santa" e prossegue a implorar aos judeus de todo o mundo que boicotem os
produtos alemães e que se empenhem em manifestações em massa contra os
interesses económicos alemães. De acordo com o Express:
"A totalidade
de Israel em todo o mundo está a unir-se para declarar uma guerra económica e
financeira contra a Alemanha. O aparecimento da suástica como símbolo da nova
Alemanha ressuscitou o antigo símbolo de guerra de Judas para uma nova vida.
Catorze milhões de judeus espalhados em todo o mundo estão unidos como se fossem
um só homem, a fim de declarar guerra contra os perseguidores alemães dos seus
companheiros. O grossista judeu abandonará a sua casa, o banqueiro a sua bolsa
de valores, o comerciante o seu negócio e o mendigo a sua humilde cabana, a fim
de se juntar à guerra santa contra o povo de Hitler. O Express disse que a Alemanha estava "agora a enfrentar um
boicote internacional ao seu comércio, finanças e indústria.... Em Londres,
Nova Iorque, Paris e Varsóvia, os homens de negócios judeus estão unidos numa
cruzada económica". O artigo referia que "estão a ser feitos
preparativos a nível mundial para organizar manifestações de protesto", e
reportava que "a velha e unida nação de Israel entra em formação com armas
novas e modernas para combater a sua batalha longa e antiga, contra os seus
perseguidores". Isto poderia ser verdadeiramente descrito como "o
primeiro tiro disparado na Segunda Guerra Mundial".
Numa linha de
pensamento semelhante, o jornal judeu Natscha
Retsch escreveu:
"A guerra
contra a Alemanha será travada por todas as comunidades, conferências,
congressos judaicos... e, individualmente, por cada judeu. Assim, a guerra contra a Alemanha intensificar-se-á ideologicamente e
promoverá os nossos interesses, que exigem que a Alemanha seja totalmente
destruída.Para nós, judeus, o perigo reside no povo alemão, na Alemanha como
um todo e individualmente. Portantom deve ser tornado inofensivo para todo o
sempre.... Nesta guerra, nós, os judeus, temos de participar com toda a força e
poder que temos à nossa disposição"[6].
"Foi em
resposta directa a este parágrafo que o governo alemão anunciou mais tarde, um
boicote de um dia às empresas judaicas na Alemanha. O governo anunciou que se,
após o boicote de um dia, não houvesse mais ataques contra a Alemanha, o
boicote seria suspenso. O próprio Hitler respondeu ao boicote judeu e às
ameaças num discurso de 28 de Março - quatro dias após a declaração de guerra
judaica original - dizendo:
"Agora que os inimigos internos da nação foram eliminados pelo
próprio Volk, aquilo de que há muito esperávamos não se concretizará. Os
criminosos comunistas e marxistas e os seus instigadores judeus-intelectuais,
que, tendo fugido com os seus stocks de capital através da fronteira no momento
exacto, estão agora a desenvolver uma campanha traiçoeira e sem escrúpulos, de agitação contra o Volk
alemão como um todo a partir daí.... Estão a ser lançadas mentiras e calúnias
de perversidade positivamente arrepiantes sobre a Alemanha. Histórias de horror de
cadáveres judeus desmembrados, olhos arrancados e mãos arrancadas estão a
circular com o objectivo de difamar, pela segunda vez, o Volk alemão no mundo, tal
como conseguiram fazê-lo outrora, em 1914".
"Assim, o
facto - convenientemente deixado de fora, de quase toda a História sobre o
assunto - é que a ordem de boicote de Hitler de 28 de Março de 1933 foi em
resposta directa à declaração de guerra contra a Alemanha pela liderança judaica
mundial, somente quatro dias antes. Hoje, a ordem de boicote de Hitler é
descrita como um acto de agressão nua e crua, no entanto, as circunstâncias
completas que levaram à sua ordem raramente são descritas, mesmo nas histórias
mais convincentes e detalhadas do "Holocausto". Nem mesmo Saul Friedlander, na sua visão global
da política alemã, da Alemanha nazi e dos judeus, menciona o facto da
declaração de guerra e do boicote judeu ter precedido o discurso de Hitler, de
28 de Março de 1933. Seria sensato perguntar aos leitores perspicazes porque é
que Friedlander sentiu que este elemento
da História era tão irrelevante. O simples facto é que foi a judiaria
organizada como uma entidade política - e não a comunidade judaica alemã per se - que realmente deu o primeiro
tiro, na guerra contra a Alemanha". A resposta da Alemanha foi uma medida
defensiva - não uma medida ofensiva. Se esse facto fosse hoje amplamente
conhecido, iria lançar uma nova luz sobre os acontecimentos seguintes, que acabaram
por conduzir à guerra mundial que se seguiu"[7]

"Os dirigentes judeus não estavam a tentar enganar. O boicote foi um acto de guerra não apenas
em metáfora: foi um meio, bem elaborado,
para destruir a Alemanha como entidade política, social e económica. O
objectivo a longo prazo do boicote judaico contra a Alemanha era levá-la à
bancarrota no que respeita aos pagamentos de reparação impostos à Alemanha após
a Primeira Guerra Mundial e manter a Alemanha desmilitarizada e vulnerável. Na
verdade, o boicote foi bastante devastador para a Alemanha. Estudiosos judeus
como Edwin Black relataram que, em
resposta ao boicote, as exportações alemãs foram reduzidas em 10%, e que muitos
exigiam a apreensão de bens alemães em países estrangeiros"[8] A fotografia acima mostra uma edição de
1933, do The New York Daily News,
sobre um comício de protesto organizado por judeus de 40.000 pessoas.

"Os ataques
contra a Alemanha não cessaram. A liderança judaica mundial tornou-se cada vez
mais beligerante e trabalhou num frenesim. Ocorreu em Amesterdão, uma
Conferência Internacional sobre o Boicote Judaico (organizada pelos judeus
Khazarianos, da City de Londres), para coordenar a campanha do boicote em
curso. Foi realizada sob os auspícios da auto-intitulada Federação Económica
Judaica Mundial, da qual o famoso advogado de Nova Iorque e corretor de poder
político de longa data, Samuel
Untermeyer, foi presidente. Ao regressar aos Estados Unidos na sequência da
conferência, Untermeyer proferiu um discurso na rádio WABC (New York), cuja
transcrição foi impressa no The New York
Times, a 7 de Agosto de 1933. O discurso inflamado de Untermeyer apelava
para uma "guerra sagrada" contra a Alemanha, fazendo a acusação de
que a Alemanha estava empenhada num plano para "exterminar os
judeus". Ele disse (em parte):
"A Alemanha,
sendo uma nação de cultura, transformou-se num verdadeiro inferno de bestas
cruéis e selvagens. Devemos não só aos nossos irmãos perseguidos, mas a todo o
mundo, inflingir um ataque de auto defesa que libertará a Humanidade da
repetição desta afronta incrível....Agora ou nunca, todas as nações da Terra
devem fazer causa comum contra... o massacre, a fome e a aniquilação... a
tortura, a crueldade e a perseguição, infligidas a estes homens, mulheres e
crianças, dia após dia. ...Quando este relatado for contado... o mundo confrontar-se-á
com um quadro tão temível na sua crueldade bárbara, que o inferno da guerra e
as alegadas atrocidades belgas se tornam insignificantes em comparação com esta
campanha diabólica, deliberadamente planeada a sangue frio e já parcialmente
executada para o extermínio de um povo orgulhoso, gentil, leal e cumpridor da
lei... Os judeus são os aristocratas do mundo. Desde tempos imemoriais que eles
... viram os seus perseguidores ir e vir. Só eles sobreviveram. E assim se
repetirá a História. Untermeyer procedeu então a fornecer aos seus ouvintes uma
história totalmente fraudulenta das circunstâncias do boicote alemão e de como
este teve origem. Proclamou também que os alemães estavam propensos a executar
um plano para "exterminar os judeus".
O regime
hitleriano teve origem e está a perseguir diabolicamente o seu boicote para
exterminar os judeus, reduzindo as lojas judaicas, avisando os alemães para não
conviverem com eles, prendendo os comerciantes judeus e desfilando-os pelas
ruas pelas centenas sob a guarda das tropas nazis pelo único crime de serem
judeus, expulsando-os das profissões eruditas em que muitos deles tinham
atingido a eminência, excluindo os seus filhos das escolas, os seus homens dos
sindicatos de trabalhadores, impossibilitando-os de todos os meios de
subsistência, encurralando-os em campos de concentração horrendos, passando
fome e torturando-os sem motivo e recorrendo a qualquer outra forma concebível
de tortura desumana, para além da concepção, até que o suicídio se ter tornado
o seu único meio de fuga e tudo, unicamente, porque são judeus ou os seus
antepassados remotos também eram judeus, e tudo com o objectivo declarado de os
exterminar. "
Conversa
bastante inflamatória, construída inteiramente sobre falácias; a
"atrocidade pornográfica" pela qual os judeus se tornaram tão famosos
e costumavam iniciar muitas guerras, incluindo as esperadas guerras actuais
contra a Rússia, China e Irão.
A edição de 24
de Março de 1933 do The Daily Express of
London descreveu como os dirigentes judeus, em combinação com os poderosos
interesses financeiros internacionais judeus, tinham lançado um boicote à
Alemanha com o objectivo expresso de paralisar a sua já precária economia, na
esperança de derrubar o novo governo. Foi só então que a Alemanha voltou a
atacar em resposta. Assim, se a verdade for dita, foi a liderança judaica
mundial - não o Terceiro Reich - que efectivamente disparou o primeiro tiro na
Segunda Guerra Mundial. O proeminente advogado de Nova Iorque, Samuel
Untermeyer, foi um dos principais agitadores na guerra contra a Alemanha,
descrevendo a campanha judaica como nada menos do que uma "guerra santa".
Tudo isto ocorreu muito antes do governo alemão ter começado a restringir os
direitos dos judeus alemães.
"(Embora
incorrectamente), de um modo geral, acredita-se que, quando Adolf Hitler foi
nomeado Chanceler da Alemanha, em Janeiro de 1933, o governo alemão iniciou
políticas para reprimir os judeus da Alemanha, incluindo o cerco aos judeus e a
sua colocação em campos de concentração e o lançamento de campanhas de terror e
violência contra a população judaica no país". Nada poderia estar mais
longe da verdade. Até a Associação Central Judaica da Alemanha, conhecida como
Verein, rejeitou a sugestão feita em alto e bom som, pelos dirigentes judeus de
toda a parte, que o novo governo alemão estava deliberadamente a provocar
revoltas anti-judaicas. O Verein emitiu uma declaração de que "as
autoridades governamentais responsáveis [isto é, o regime Hitler] desconhecem a
situação ameaçadora", dizendo, "não acreditamos que os nossos
concidadãos alemães se deixem levar a cometer excessos contra os judeus".
E mesmo a Associação Sionista da Alemanha emitiu um telegrama a 26 de Março
rejeitando as alegações feitas contra o governo alemão como
"propaganda", "hipócrita" e "sensacional". No
entanto, as potências judaicas emanadas da City de Londres estavam determinadas
a continuar a viciosa campanha de propaganda de ódio e a lançar a guerra
económica contra a Alemanha.

https://www.hapag-lloyd.com/en/company/about-us/history.html
Em 1933, o
Congresso Judaico Americano anunciou um protesto maciço nos Madison Square Gardens, em 27 de Março.
Alguns dias antes, foi organizado um enorme comício com 20.000 judeus a
protestar na Câmara Municipal de Nova Iorque. Realizaram comícios no exterior
dos edifícios das Companhias de Navegação Hapag-Lloyd (Hamburg-Amerikanische
Packetfahrt-Actien-Gesellschaft = Hapag), North German Lloyd e Hamburg American Line, e foram
montados boicotes contra as mercadorias alemãs em lojas e negócios na cidade de
Nova Iorque e em todos os EUA.
00
Um comício concebido para exercer pressão sobre a
Alemanha e que atraiu cerca de 40.000 pessoas, organizado pelos judeus de todo
o mundo a fim de boicotar todas as mercadorias alemãs.
O governo alemão
queixou-se da "campanha de difamação" contra a Alemanha, e referiu
"as suas notícias distorcidas e inverídicas sobre perseguição e tortura
dos judeus, a impressão de que, na realidade, não param de maneira nenhuma, nem
mesmo do uso de mentiras e calúnias, para combater o actual governo
alemão". O cabeçalho do New York
Daily News saudou o enorme comício de protesto anti-alemão realizado no
Madison Square Garden, no dia 27 de Março de 1933. "Apesar dos esforços do
governo alemão para aliviar as tensões e impedir a escalada dos insultos e
ameaças da liderança judaica internacional, o comício realizou-se como
previsto. Comícios e marchas de protesto semelhantes realizavam-se também noutras
cidades durante o mesmo período de tempo".
Cartaz alemão a incitar ao boicote das lojas judaicas.
Simplesmente, os
judeus recusaram-se a ceder e realizaram protestos e comícios simultâneos em
mais de 70 locais nos EUA, todos baseados em acusações desprezivelmente falsas
e inflamatórias contra a Alemanha. Já nessa altura, os judeus tinham poder de
comunicação social suficiente para que muitos destes comícios de ódio
anti-germânicos fossem transmitidos não só em todos os EUA, mas em todo o
mundo. A narrativa era que "A Nova Alemanha" era uma entidade
maligna, um "inimigo dos interesses judaicos" e, por estas razões-
precisava urgentemente de ser "estrangulada economicamente". Foi
apenas em resposta directa a isto que o governo alemão anunciou um boicote de
um dia às empresas judaicas na Alemanha, afirmando que se os ataques judaicos à
Alemanha cessassem, não haveria repetições.
A fotografia abaixo mostra um cartaz alemão que
apela a um boicote recíproco dos comerciantes judeus, em retaliação ao boicote
mundial dos produtos alemães por parte dos judeus.

O cartaz refere,
em parte: "Camaradas alemães! Donas de casa alemãs! Todos conhecem os
métodos vergonhosos que os chamados judeus "alemães" no estrangeiro
estão a utilizar para incitar o ódio contra o povo alemão e contra o governo
nacional de Adolf Hitler. Se não queremos desistir e afundar-nos numa miséria
mais profunda, temos de nos defender. Por conseguinte, apelamos a que atenda ao
apelo do nosso Führer, o Chanceler do povo alemão, para um boicote contra os
judeus e esperamos o apoio total todas as pessoas, nesta acção defensiva. Os
textos do placard dizem: "Alemães! Defendam-se! Não façam compras nas
lojas judaicas!" Outros referem: "Não comprem em lojas judaicas! Não
vão a um médico judeu! Mas mantenham a mais rigorosa disciplina. Nem sequer
toquem no cabelo da cabeça de um judeu. O boicote começa na manhã de sábado, às
10:00".
Um anúncio judeu numa edição de 1933
do The Leader Post, exortando a um boicote aos bens alemães.

De acordo com a
p. 45 do The Jewish War Veterans Story,
"o boicote foi "lançado" por um desfile gigantesco sob o
patrocínio de J.W.V., realizado em
Nova Iorque, a 23 de Março de 1933, com três dias de antecedência" e
afirma ainda que o percurso do desfile "estava alinhado com quase um
milhão de pessoas. "É lamentável que os judeus estejam quase unanime (e
ferozmente) determinados a manter esta história enterrada e também é lamentável,
que todos os meios de comunicação social judeus estejam unanimemente a ler um
guião falso em circunstâncias relacionadas com este acontecimento, transformando
um ataque brutal à Alemanha por parte dos judeus internacionais numa espécie de
punição devido a transgressões (imaginárias) alemãs. A Internet está inundada
apenas com artigos sobre um "boicote nazi às empresas judaicas", mas
ninguém diz a verdade sobre o que realmente aconteceu e quase todas as
referências são ao boicote alemão de um dia, às empresas judaicas, ignorando
totalmente os factos subjacentes. A frase inicial da Wikipedia: "O boicote
anti-Nazi foi um boicote internacional aos produtos alemães em resposta à
violência e assédio por membros do Partido Nazi de Hitler contra os
judeus". Esta declaração é uma
mentira, sem factos que a apoiem[1] O website My Jewish Learning, diz-nos: "O comício de Nova Iorque foi
transmitido em todo o mundo. Uma multidão de 55.000 pessoas inundou o Garden
nas ruas para ouvir o Presidente do Congresso Judaico Americano, Bernard Deutsch, o Presidente da
Federação Americana do Trabalho, William
Green e o Senador Robert F. Wagner".
Não me incomoda mencionar que estes eram todos judeus, e não relatórios
independentes ou encontros espontâneos [2] Uma vez mencionei este acontecimento
num comentário publicado no The Economist,
e uma inundação virtual de judeus Hasbara surgiu para o ridicularizar, negando
este mesmo acontecimento na sua totalidade e afirmando, entre outras coisas,
que algum artigo irresponsável num "pequeno tablóide inglês" não
tinha credibilidade. Mas de facto, o Daily
Express era muito respeitável, e era geralmente apresentado como o jornal
mais lido no mundo, nessa altura.
*
A
obra completa do Snr. Romanoff está traduzida em 32 idiomas e
postada em mais de 150 sites de notícias e de política de origem estrangeira,
em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry
Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, exerceu cargos
executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi
detentor de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o
cargo de Professor Visitante da Universidade Fudan de Shanghai, ministrando
casos de estudo sobre assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O
Snr. Romanoff reside em Shanghai e, de momento, está a escrever uma série de
dez livros relacionados com a China e com o Ocidente. Contribuiu para a nova
antologia de Cynthia McKinney, ‘When China Sneezes’ com o segundo
capítulo, “Lidar com Demónios”.
O seu arquivo completo pode ser consultado em
https://www.moonofshanghai.com/ e
https://www.bluemoonofshanghai.com/
Pode ser contactado através do email:
2186604556@qq.com
*
NOTAS
[1] A Declaração Judaica de Guerra contra a Alemanha Nazi
https://wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/articles/jdecwar.html
[2] A Declaração Judaica de Guerra contra a Alemanha Nazi
https://wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/articles/jdecwar.html
[3] 130 Anos após o nascimento de Hitler, Ele Continua a Viver como Símbolo
do Mal
https://time.com/5573720/hitler-world-influence/
[4] Foi Adolf Hitler nomeado "Homem do Ano" pela Revista TIME em
1938?
https://www.snopes.com/fact-check/hitler-time-magazine-1938/
[5] A Declaração Judaica de Guerra contra a Alemanha Nazi
https://wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/articles/jdecwar.html
[6] Artigo da The Barnes Review,
Jan./Fev. 2001, pp. 41-45, de M. Raphael Johnson, Ph.D., editor assistente da
TBR;
publicado com permissão da TBR,
numa versão digitalizada © 2002-2019 por The Scriptorium.
https://www.wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/articles/jdecwar.html
[7] Artigo da The Barnes Review,
Jan./Fev. 2001, pp. 41-45, de M. Raphael Johnson, Ph.D., editor assistente do
TBR;
publicado com permissão do TBR,
numa versão digitalizada © 2002-2019, por The Scriptorium.
https://www.wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/articles/jdecwar.html
[8] Edwin
Black, The Transfer Agreement - The Untold Story of the Secret Pact between the
Third Reich and Jewish Palestine, Nova Iorque, 1984
https://www.foreignaffairs.com/reviews/capsule-review/1984-06-01/transfer-agreement-untold-story-secret-pact-between-third-reich
[9] O Boicote Anti-Nazi de 1933
https://en.wikipedia.org/wiki/1933_anti-Nazi_boycott
[10] O Boicote Anti-Nazi de 1933
https://www.myjewishlearning.com/article/the-anti-nazi-boycott-of-1933/
Tradutora:
Maria Luísa de Vasconcellos
Email:
luisavasconcellos2012@gmail.com
Copyright © Larry Romanoff, Blue Moon of Shanghai, Moon of Shanghai, 2023