A Exploração Fraudulenta do ADN Chinês pela Universidade de Harvard
Por Larry Romanoff -
17 de Setembro de 2020
Em Abril de 2005, Margaret
Sleeboom, da Universidade de Amesterdão, publicou um artigo no PubMed.gov
sobre um projecto de pesquisa chinês da Universidade de Harvard que suscitou
a condenação internacional pela terrível falta de ética da Harvard, ligada ao
roubo de ADN chinês. (1) (2)
Anos após a conclusão desta
investigação, quando houve uma fuga de informação dos pormenores divulgada
pelos meios de comunicação, as autoridades chinesas ficaram furiosas ao
saber que os americanos se tinham envolvido num projecto secreto e desleal de
recolha de ADN chinês. Embora o governo chinês tivesse proibido anteriormente a
recolha ou a exportação de tais dados, a Universidade de Harvard evitou com
astúcia as proibições e retirou o ADN da China.
Um dos líderes deste
projecto foi um investigador chinês da Harvard, Xu Xiping que, com o
financiamento do governo dos EUA (muito provavelmente o projecto militar de
base de dados de ADN) e da Millennium Pharmaceuticals (3) (4) dos EUA,
coordenou esse estudo em Anhui, com Frank Speizer e Scott Weis,
este último um epidemiologista de Harvard que, visivelmente teve acesso a
informações sobre cerca de 60 milhões de pessoas em Anhui, a partir de uma
fonte desconhecida. Xu, nascido em Anhui e que ainda mantinha contactos aí,
planeou com Weis e com os financiadores, recrutar milhares de voluntários
para recolher amostras de ADN e de sangue, sendo tudo desconhecido do governo
central da China. A Millennium estava estreitamente relacionada com o
Departamento de Defesa dos EUA e estava a pagar milhões de dólares pelo
estudo e pelos seus dados.
· A Experiência da Universidade de Harvard












