Showing posts with label BIOLOGICAL WEAPONS. Show all posts
Showing posts with label BIOLOGICAL WEAPONS. Show all posts

Monday, September 27, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A Exploração Fraudulenta do ADN Chinês pela Universidade de Harvard -- September 05, 2021



A Exploração Fraudulenta do ADN Chinês pela Universidade de Harvard

Por Larry Romanoff - 17 de Setembro de 2020



 

Em Abril de 2005, Margaret Sleeboom, da Universidade de Amesterdão, publicou um artigo no PubMed.gov sobre um projecto de pesquisa chinês da Universidade de Harvard que suscitou a condenação internacional pela terrível falta de ética da Harvard, ligada ao roubo de ADN chinês. (1) (2)  

 

Anos após a conclusão desta investigação, quando houve uma fuga de informação dos pormenores divulgada pelos meios de comunicação, as autoridades chinesas ficaram furiosas ao saber que os americanos se tinham envolvido num projecto secreto e desleal de recolha de ADN chinês. Embora o governo chinês tivesse proibido anteriormente a recolha ou a exportação de tais dados, a Universidade de Harvard evitou com astúcia as proibições e retirou o ADN da China.

 

Um dos líderes deste projecto foi um investigador chinês da Harvard, Xu Xiping que, com o financiamento do governo dos EUA (muito provavelmente o projecto militar de base de dados de ADN) e da Millennium Pharmaceuticals (3) (4) dos EUA, coordenou esse estudo em Anhui, com Frank Speizer e Scott Weis, este último um epidemiologista de Harvard que, visivelmente teve acesso a informações sobre cerca de 60 milhões de pessoas em Anhui, a partir de uma fonte desconhecida. Xu, nascido em Anhui e que ainda mantinha contactos aí, planeou com Weis e  com os financiadores, recrutar milhares de voluntários para recolher amostras de ADN e de sangue, sendo tudo desconhecido do governo central da China. A Millennium estava estreitamente relacionada com o Departamento de Defesa dos EUA e estava a pagar milhões de dólares pelo estudo e pelos seus dados. 

 

·         A Experiência da Universidade de Harvard


Sunday, September 26, 2021

NL — LARRY ROMANOFF — Het frauduleuze China Gouden Rijst “Experiment” van de Tufts Universiteit — September 18, 2021– September


 

Het frauduleuze China Gouden Rijst "Experiment" van de Tufts Universiteit

 

Door: LARRY ROMANOFF – September 17, 2020

 

Nederlandse vertaling: Martien

 

 


CHINESE  ENGLISH   NEDERLANDS   PORTUGUESE   SPANISH



Het Amerikaanse Ministerie van Landbouw en het Amerikaanse leger gebruikten de Tufts Universiteit als instrument om, onder het mom van onschuldig onder-zoek naar de gezondheid van voedsel, een illegaal, betreurenswaardig en frauduleus experiment met biolo-gische wapens uit te voeren op onwetende Chinese kinderen. Dit is een deel van dat verhaal.

 

Vele groepen hebben geëxperimenteerd met gen-splicing technologie, waarbij niet-verwant DNA in verschillende zaden werd ingebracht. In één geval in Canada ontdekte een overheidsdienst een "antivries"-gen in het bloed van vissen die in Arctische wateren leven, waardoor zij kunnen overleven in wateren met temperaturen onder het vriespunt. De wetenschappers brachten dit gen in Canadese tarwegewassen in, waar-door de tarwe zonder schade vriestemperaturen kon doorstaan. Een Amerikaans onderzoekslabora-torium splitste de genen van vuurvliegjes in tabaksplanten, waardoor een tabaksveld ontstond dat gloeide in het donker. Deze voorbeelden zijn misschien onschadelijk, maar andere zijn dat veel minder.


Het Amerikaanse Ministerie van Defensie heeft enorme bedragen geïnvesteerd in onderzoek naar het inbouwen van dodelijke genen in deze genetisch gemanipuleerde gewassen, waaronder pokken, vogel- en varkensgriepvirussen, de pest, AIDS, en meer. Als militair wapen is deze wetenschap onbetaalbaar. Waarom een oorlog voeren als Monsanto hen rijst, maïs en sojabonen kan verkopen die pokken en het H5N1-virus bevatten? Wanneer het zaad geoogst wordt en in de voedselvoorziening van het land terechtkomt, kan het binnen enkele weken 50% of meer van de bevolking uitroeien zonder ook maar één schot te lossen en zonder risico voor de agressor. Ik heb Amerikaanse militaire documenten gezien die zelfs een handige "kosten per dode" grafiek bevatten, waaruit blijkt dat zaad veel goedkoper en effectiever is dan bommen in de zoektocht naar militaire over-heersing. In het rapport wordt ook opgemerkt dat

 

"Ook genetische wapens kunnen op allerlei manieren worden verspreid, met behulp van met virussen geïnfecteerde insecten of bacteriën, of in genetisch gemodificeerde zaden worden verwerkt. Deze wapens zijn moeilijk op te sporen en te identificeren, en vaak kan een behandeling of vaccin nog jaren op zich laten wachten". (1)


Monday, August 23, 2021

IT — LARRY ROMANOFF — Propaganda e Media (Parte 4) – Tutto quello che dovete fare è pensare — June 05, 2021


Propaganda e Media (Parte 4) –Tutto quello che dovete fare è pensare

Di Larry Romanoff, 5 giugno 2021

Traduttrice: Elvia Politi

CHINESE   ENGLISH  ITALIANO  SPANISH

Se fossi un dittatore, come prima cosa ordinerei ad ogni adulto di seguire almeno un corso universitario di logica. Nel mondo di oggi, con quello che è essenzialmente un fattore internazionale e criminale di controllo (fattore che gestisce efficacemente la percezione pubblica attraverso l’influenza sui mass media), i lettori trarrebbero immensi benefici da un po’ di conoscenza dei principi della logica.

La questione principale è che la logica si occupa della scienza pratica del ragionamento (verità e validità degli argomenti) ma gli attuali processi mentali che noi utilizziamo nel ragionamento risiedono nell’area della psicologia (non della scienza), spesso non sono validi e portano a conclusioni che non sono vere. E’ quest’ultima che i propagandisti mediatici utilizzano per violentare la prima: sfruttano i nostri processi di ragionamento psicologico per portarci a false conclusioni, mascherando le loro tattiche in modo che rimaniamo inconsapevoli dell’inganno. Gran parte di queste tattiche sono sorprendentemente semplici.

Sunday, June 6, 2021

LARRY ROMANOFF -- Propaganda and the Media -- Part 4  -- All you have to do is think -- June 05, 2120

 


Propaganda and the Media Part 4

All you have to do is think

By Larry Romanoff for The Saker Blog, June 05, 2021

 

If I were a dictator, one of my first dictates would be that every adult must take at least one university-level course in logic. In today's world, with what is essentially an international criminal element in control, one which effectively manages public perception through their leverage over the mass media, readers would benefit immensely from some exposure to the principles of logic.

The main issue is that logic is concerned with the practical science of reasoning (truth and validity of arguments), but the actual mental processes we employ in reasoning are the province of psychology, not science, and are often not valid, leading to conclusions which are not true. It is the latter that media propagandists use to violate the former, by taking advantage of our psychological reasoning processes to lead us to false conclusions while masking their tactics so we remain unaware of the deception. Most of these tactics are surprisingly simple.

Friday, January 8, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A FOME NA CHINA EM 1959 -- January 09, 2021

 

 

 

A FOME NA CHINA EM 1959

 

Por Larry Romanoff, January 09, 2021

 


CHINESE  ENGLISH  ESPAÑOL  NEDERLANDS  PORTUGUÊS  RUSSIAN


 

A maior parte do mundo está, geralmente, familiarizada com o facto da China ter sofrido uma grande fome em 1959-1961. Os números da mortalidade publicados no Ocidente tendem a ser muito exagerados, alguns a atingir 80 milhões de vidas ou mais, mas de tudo o que posso assimilar das fontes originais, o verdadeiro total parece ser cerca de 20 milhões de vidas ou talvez um pouco mais. Ao discutir a causa desta mesma fome, os meios de comunicação mediática ocidentais, os colunistas, os autores e editores de livros mencionam arbitrariamente as séries de desastres naturais, os múltiplos tufões avassaladores, as tempestades excessivas persistentes, as doenças das plantas que afectaram a China em simultâneo, mas tendem a concentrar-se, unanimemente, em atribuir as culpas a Mao Tse Tung. A narrativa oficial ocidental é que Mao aterrorizou de tal forma todos os seus subordinados que estes relataram quantidades enormes de colheitas de cereais totalmente fictícias, a fim de evitar possíveis consequências, o que resultou Mao ter atribuído erradamente  a maior parte da distribuição dos alimentos e, por conseguinte, agora acumula quase toda a culpa dessas mortes. É uma boa história mas, como a maior parte da História que emana do Ocidente, não é verdadeira.

 

Fome ou escassez alimentar?

 

As catástrofes naturais, as inundações, os tufões, os insectos, não criaram a fome; criaram, unicamente, a escassez alimentar. Da mesma forma, a suposta má gestão de Mao pode (ou não pode) ter exacerbado a escassez dos alimentos, mas também não criou a fome. Ambas foram inoportunas mas desnecessárias. Se for à sua cozinha e encontrar os seus armários vazios, não morre de fome; vai ao supermercado e compra comida. Então, quando Mao descobriu a escassez de alimentos na sua cozinha, porque não foi ao supermercado? A resposta é que ele foi ao supermercado, mas o mesmo estava fechado. E a razão pela qual estava fechado é que os Banqueiros Judeus Europeus, com a sua influência sobre a recém-fundada ONU e o seu controlo sobre o governo dos EUA, conceberam um embargo alimentar mundial total contra a China, utilizando o exército dos EUA como o seu valentão para assegurar a retaliação militar caso houvesse incumprimento. (1) (2) (3) Assim, o mundo ocidental, o Canadá, a Austrália, os EUA e a Europa, todos esses países com enormes reservas alimentares excedentárias, sentaram-se e assistiram - durante três anos - enquanto 20 milhões de chineses morriam lentamente à fome, recusando-se a doar alimentos à China,abstendo-se de vender alimentos à China a qualquer preço. É verdade que o Canadá vendeu alguns cereais à China, mas foi no final, quando o embargo já estava a terminar e o montante era demasiado pequeno para ser de grande ajuda.

 

O embargo alimentar contra a China começou, de facto, mais cedo (em 1950) e continuou até 1972, sendo a primeira fase iniciada em retaliação ao envolvimento da China na Guerra da Coreia, "proposto" pelos americanos, mas que resultou numa pressão extrema através da ONU para o cumprimento a nível mundial.  (4) Foi admitido, abertamente, que o objectivo desta "guerra humanitária" visava causar a desintegração da China e, esperava-se, uma fragmentação, tal como aconteceu com a Índia.

 

Não foi, nem o desastre natural, nem a má gestão que causaram a fome na China. A única causa foi o embargo alimentar imposto pelos Judeus contra a China, o que foi, quase de certeza, um acto de retaliação. O conjunto das circunstâncias era o seguinte:

 

A História do Ocidente está corrompida

 

A História do Ocidente está de tal forma corrompida pelo controlo dos editores de livros e dos meios da comunicação mediática, que a maior parte do mundo ainda acredita que a tragédia dos 150 anos de ópio na China foi empreendida pelos britânicos. O que nunca foi verdade. Foram esses mesmos Banqueiros Judeus, os Rothschilds, Sassoons, Kadoories, Montefioris, Hardoons e outros, os responsáveis por todo o episódio do ópio na China, incluindo a destruição do Yuanmingyuan e da Academia de Hanlin, e o massacre durante a chamada "Rebelião Taiping". As enciclopédias judaicas admitem mesmo, categoricamente, que "o ópio na China era inteiramente um negócio judeu", e que Sassoon "não permitiria a participação de nenhum não-judeu". Claro que os britânicos desempenharam o seu papel, com a Rainha Victoria a dar a David Sassoon os direitos exclusivos da comercialização do ópio na China, bem como a induzir Hong Kong a dar-lhe uma base de distribuição. Mas o único papel activo desempenhado pelos britânicos foi o de concretizar o desejo dos judeus, utilizando a violência dos militares britânicos para forçar o seu cumprimento. No final desta desdita criminosa, estes judeus eram proprietários de grande parte da China e de, praticamente, toda a cidade de Shanghai.

 

Deste facto, um dos primeiros actos de Mao após a guerra, foi expulsar todos os judeus da China e confiscar todos os seus bens de ópio obtidos criminosamente, que incluíam toda a Shanghai e todas as sucursais do banco HSBC (que é inteiramente um banco judeu, não chinês de modo algum). (5) (6) As enciclopédias judaicas e várias páginas  web declaram apenas, que os judeus "partiram à pressa" após a guerra, mas não mencionam a razão pela qual partiram. Como nota secundária e mais informação limpa de impurezas da História Ocidental, é que a maioria dos judeus transportados para Shanghai antes da guerra, não estavam lá para fugir da Alemanha, mas porque tinham sido expulsos mais cedo do Japão. A Internet inglesa parece ter sido limpa de qualquer indício da expulsão dos judeus da China, e quase 100% da sua expulsão do Japão.

 

Isto é um aparte, mas as expulsões do Japão começaram na cidade de Nagasaki, fazendo sair à força todos os judeus em 1926 e é, possivelmente, a razão pela qual a cidade foi seleccionada como o segundo alvo para a bomba atómica.

 

Todos os acima mencionados deveriam ter sido presos e executados pelos seus enormes crimes contra a China e contra o povo chinês. Não consigo compreender por que razão não o foram.

 

É muitas vezes difícil e, por vezes, quase impossível documentar totalmente a responsabilidade das atrocidades que os judeus infligiram às nações ao longo dos anos, principalmente devido ao seu controlo dos meios de comunicação social e à sua prática de utilizar o que se chama uma "frente gentia" (idólatra, pagã, que não segue a religião hebraica) para os seus disfarces. Normalmente encorajam, ou coagem, outra nação, normalmente o Reino Unido ou os EUA, a fazer-lhes frente, a fazer propostas reais ou a lançar agressões militares verdadeiras. Depois, a História é emendada para excluir "o poder instalado por trás do trono" e o mundo culpa o carrasco, em vez do rei, que ordenou a decapitação. É precisamente este caso da fome na China, do ópio chinês, das guerras dos Boer, da fome ucraniana, e de tantos outros crimes contra a Humanidade.

 

Neste contexto, é muito importante compreender e apreciar o poder contido pelo controlo judeu dos meios da comunicação mediática ocidentais. Estes meios de comunicação, bem como os chamados "Historiadores" judeus, têm representado,repetidamente, a fome na China, em 1959, como uma forma de denegrir os chineses e pintar Mao como sendo um monstro desumano. Através do controlo dos meios de comunicação social, rejeitaram ou apagaram as múltiplas catástrofes naturais que atingiram a China simultaneamente, e forçaram todo o foco de atenção na suposta má gestão de Mao, convertendo uma escassez de alimentos inconveniente causada pela natureza, num acto de desumanidade brutal causado por um homem. Também eliminaram das reportagens da comunicação mediática e de todos os Compêndios de História - e da consciência pública - o facto do embargo alimentar mundial lançado contra a China, por essas mesmas pessoas.

 

Os meios de comunicação social mediática

 

O processo consiste, simplesmente, em coordenar os poucos proprietários dos meios de comunicação, a ler o mesmo guião, a forçar toda a atenção e discussão para o canal desejado, neste caso a suposta incompetência e desumanidade do Presidente Mao. Nenhum jornal, estação de rádio ou televisão, revista ou editora de livros irá permitir a distribuição de informação fora deste canal. Dentro do canal, nada é circunscrito ou censurado, sendo todas as observações permitidas, mas não será permitido nenhum artigo, comentários de leitores, noticiários, cartas ao editor, que contenha informação que contradiga este foco. Esta é uma medida de propaganda tão eficaz que hoje, mesmo dentro da China, aqueles que investigam a fome na China concentrar-se-ão nas actividades de Mao, ignorando o ‘elefante na sala’, o facto verdadeiro ou óbvio que é o embargo alimentar judeu à China, que foi a causa autêntica da fome e da morte através da fome, de 20 milhões de chineses.

 

Para além da odiosa propaganda anti-China, os mesmos meios de comunicação mediática, historiadores e colunistas transformaram lentamente a História de 20 milhões de chineses a morrer à fome para 20 milhões de chineses a morrer "sob a liderança de Mao", para 20 milhões de chineses a serem "mortos por Mao", número esse que depois cresceu em acréscimos de 20 milhões para 30, para 40 e 50 e hoje em dia, grande parte da sociedade ocidental acredita que Mao "matou" 80 milhões de pessoas do seu próprio povo. E assim, a maioria de tudo o que os ocidentais "sabem" sobre a China é uma mentira, fabricações criadas e ditadas pelos Banqueiros Judeus Europeus e divulgadas pelos seus leais representantes que são donos ou controlam praticamente toda a paisagem mediática do Ocidente.

 

Além do mais, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que os judeus causaram fome maciça no mundo. Houve a fome de Bengala, na Índia, em 1770, onde cerca de um terço da população morreu e, o sucedido, foi inteiramente concretizado pelo homem, com os judeus Rothschilds e a sua British East India Company a forçarem os agricultores a cultivar ópio para vender na China e, por essa razão, não tinham comida. Mais de dez milhões morreram à fome neste acontecimento, morreu cerca de um terço de toda a população. Noutras ocasiões, Rothschild confiscou deliberadamente na Índia, a maior parte de uma colheita para vender no Reino Unido, enquanto incontáveis milhões de indianos morreram de fome. Do mesmo modo, foram os judeus bolcheviques que criaram a fome ucraniana de 1932-33, que matou à fome, pelo menos, 8 milhões de pessoas. Actualmente, os meios de comunicação social judeus e muitas organizações judaicas estão a tentar desesperadamente destruir esta verdade, afirmando que se trata de um embuste engendrado por "russos anti-semitas", mas é indiscutível. Aconteceu realmente como os ucranianos afirmam. De facto, muitas das fotografias que nos foram mostradas de enormes pilhas de cadáveres emagrecidos em extremo, não são de judeus mortos pelos alemães, como nos foi dito, mas de ucranianos mortos à fome pelos judeus. Há outros exemplos de fomes que estão a ser originadas por estas mesmas pessoas.

 

Gostaria de acrescentar um outro assunto a esta narrativa, o das infestações simultâneas de várias doenças de plantas e surtos de insectos que atingem o Nordeste da China para coincidir com os tufões e outras ocorrências que podemos culpar à Mãe Natureza. Ainda não tive ocasião de pesquisar a fundo este elemento, mas parecem-me curiosos, alguns aspectos destes acontecimentos biológicos, devido ao seu ‘timing e distribuição’. Nesta fase, não posso acusar os EUA de dar uma ajuda à natureza na criação da grande escassez alimentar da China, mas não seria a primeira vez e certamente não será a última. Há agora provas volumosas de que os EUA tiraram muito proveito do conhecimento adquirido da Unidade 731, de Shiro Ishii, e da transformação de insectos e doenças de plantas em armas biológicas, durante a Guerra da Coreia, quando enormes quantidades destes agentes patogénicos foram distribuídos por vastas áreas do nordeste da China. Se funcionou uma vez, deveria funcionar novamente.

 

E é claro que temos as invasões biológicas mais recentes da China, começando com o surto de SARS e culminando com sete surtos biológicos graves separados na China durante os últimos dois ou mais anos, culminando com a COVID-19 e uma gripe aviária gravemente patogénica, em 2019, a única nação do mundo a ter sofrido uma série de ataques deste tipo e cada um deles, com o seu próprio conjunto de circunstâncias extremamente suspeitas. Mais uma vez digo, que não é possível culpar abertamente os EUA destes ataques, mas ao reunir todos os factos conhecidos e ao considerar estes acontecimentos como partes ligadas de uma agenda ou programa, é impossível evitar uma forte suspeita de uma **‘mão negra’ americana.


Este artigo será actualizado com mais pormenores e muitos mais links de referência. Faz parte de uma série. Há muito mais sobre a História dos Judeus na China.


**(Termo histórico) um grupo de chantagistas e terroristas sicilianos formado na década de 1870 e a agir nos Estados Unidos, no início do séc. XX.

 

*

Os artigos do Snr. Romanoff foram traduzidos em 28 idiomas e postados em mais de 150 sites de notícias e política de idiomas estrangeiros, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, ocupou cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi proprietário de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante na Universidade Fudan de Shanghai,  ministrando casos de estudo em assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, actualmente, está a escrever uma série de dez livros, de um modo geral, relacionados com a China e com o Ocidente. O seu arquivo completo pode ser visto em https://www.moonofshanghai.com/  e http://www.bluemoonofshanghai.com/  Pode ser contactado através do email: 2186604556@qq.com

 

A fonte original deste artigo é o site PRAVDA 

 

Larry Romanoff é um dos autores que contribuíram para a nova antologia de Cynthia McKinney, 'When China Sneezes'. Capítulo 2 – Lidar com Demónios

 


Copyright © Larry RomanoffMoon of ShanghaiBlue Moon of Shanghai, 2021

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Website: Moon of Shanghai

 

 


Thursday, May 14, 2020

PT -- Coronavírus da China. “Não podemos excluir a origem artificial destas infecções" -- February 17, 2020


Uma avaliação russa
Por Larry Romanoff e Igor Nikulin
Global Research, February 17, 2020
Região: AsiaRussia and FSU
Nota de Introdução
Em artigos anteriores, relacionei as opiniões de bioquímicos e especialistas de guerra biológica sobre as circunstâncias que justificam a suspeita de um vírus a ser criado num laboratório e libertado, deliberadamente, num país estrangeiro como meio de guerra de baixa ou alta intensidade, ou apenas como meio de desestabilizar uma nação e, talvez, prejudicar seriamente a sua economia, sendo a perda de vidas uma vantagem complementar. Os EUA são o país que parece mais empenhado na guerra biológica, embora várias outras nações sejam participantes calculistas, incluindo o Reino Unido e Israel.
Gostaria de recordar aos leitores a declaração do PNAC (Project for the New American Centurynum relatório intitulado "Reconstruindo as defesas da América", que
"Formas avançadas de guerra biológica que podem “atingir” genótipos específicos, podem transformar a guerra biológica ... numa ferramenta politicamente útil". (1)


Saturday, May 9, 2020

SP -- El gobierno de Estados Unidos declara la guerra a América – “Experimentos” biológicos, químicos y de radiación en estadounidenses



March12, 2020
Este artículo es la Parte 1 de 2. Proporciona los antecedentes y algún contexto necesario como introducción a lo que sigue, un entorno de actividad militar secreta de Estados Unidos apoyada de forma concluyente por miles de páginas de pruebas documentadas.
Durante los últimos 70 años más o menos, el gobierno de Estados Unidos libró una guerra contra sus propios ciudadanos, una historia reprobable de experimentos ilegales, poco éticos e inmorales que expusieron a innumerables civiles de Estados Unidos a procedimientos y patógenos mortales.
Según una investigación del Congreso de Estados Unidos, a finales de los 70, “al menos 500.000 personas fueron utilizadas en experimentos de radiación, biológicos y químicos patrocinados por el Gobierno Federal de los Estados Unidos en sus propios ciudadanos”. La verdad es del orden de decenas de millones de personas.
La Oficina de Responsabilidad del Gobierno de los Estados Unidos publicó un informe el 28 de septiembre de 1994, en el que se afirmaba que entre 1940 y 1974, el Departamento de Defensa de Estados Unidos y otros organismos de seguridad nacional estudiaron cientos de miles de seres humanos en pruebas y experimentos con sustancias peligrosas.
Una cita del estudio:
“En la década de 1950 se llevaron a cabo en Fort Detrick, Maryland, muchos experimentos en los que se probaron diversos agentes biológicos en seres humanos, denominados Operación Whitecoat. Los participantes en estos experimentos eran originalmente hombres voluntarios. Sin embargo, después de que los hombres alistados realizaran una huelga de brazos caídos para obtener más información sobre los peligros de los ensayos biológicos, no se hicieron seguimientos detallados ni se llevaron registros de los participantes. El ejército de Estados Unidos afirmó más tarde que sólo tenía información de contacto de unos 1.000 de los participantes originales. El programa de defensa biológica de Estados Unidos contiene decenas de divisiones, departamentos, grupos de investigación, bio-inteligencia y más, de ninguna manera todo relacionado con la ‘defensa’ en ningún sentido”.
Del documento American nuclear Guinea Pigs: Three decades of radiation experiments on U.S. citizens – Informe preparado por el Subcomité de Conservación de Energía y Potencia, del Comité de Energía y Comercio, Cámara de Representantes de los Estados Unidos, noviembre de 1986: U.S. Government Printing Office, Washington, 1986, 65-0190:

SP -- Armas biológicas: Una visión general, útil y oportuna de los hechos -- February 07, 2020


Global Research, February 07, 2020
Fuente: L'HORA
El gobierno de Estados Unidos y sus numerosos organismos e instituciones educativas y de salud han realizado durante muchas décadas investigaciones intensivas sobre la guerra biológica, en muchos casos fuertemente centradas en los patógenos específicos de las razas.
En un informe al Congreso de Estados Unidos, el Departamento de Defensa reveló que su programa de creación de agentes biológicos artificiales incluía la modificación de virus no mortales para hacerlos letales, y la ingeniería genética para alterar la inmunología de los agentes biológicos para hacer imposible el tratamiento y las vacunaciones. El informe militar admitió que en ese momento operaba en unas 130 instalaciones de investigación de armas biológicas, docenas en universidades de Estados Unidos y otras en muchos sitios internacionales fuera del alcance del Congreso de Estado Unidos y de la jurisdicción de los tribunales.
Este conocimiento no ha sido un secreto durante mucho tiempo. En un informe clasificado de 1948 por el Comité de Guerra Biológica del Pentágono, el principal argumento de venta era que:
 “Un arma o una bomba no deja dudas de que un ataque deliberado ha ocurrido. Pero si… una epidemia recorre una ciudad atestada de gente, no hay forma de saber si alguien atacó, y mucho menos quién”, y añadía con esperanza que “una parte significativa de la población humana de las zonas objetivo seleccionadas puede morir o quedar incapacitada” con sólo cantidades muy pequeñas de un patógeno. (1) (2)

Wednesday, April 29, 2020

Parte 2: Un Cambio di Paradigma COVID-19 ha Bisogno di un'Indagine Penale





da Larry Romanoff
April 16, 2020
A que países já chegou o coronavírus? O mapa atualizado – Observador

Questo articolo è il seguito della Parte 1: "Il governo degli Stati Uniti dichiara guerra all'America", che elenca una storia, lunga 70 anni, dell'esercito e della CIA statunitensi che hanno eseguito segreti e micidiali "esperimenti" biologici, chimici e radioattivi sugli americani e su molte altre nazioni.


Le circostanze attuali hanno causato un cambio di paradigma nella percezione del pubblico di questa pandemia e sono richieste risposte. Una di queste circostanze è un altro studio più definitivo, questa volta condotto da esperti dell'Università di Cambridge e dai loro coetanei tedeschi, che hanno analizzato 160 genomi virali estratti da pazienti umani in tutto il mondo. La loro scoperta principale è stata che il coronavirus aveva tre distinti ceppi, vale a dire A, B e C. Hanno dimostrato che il tipo che ha infettato la Cina - B - non era il virus originale, ma un derivato dal genitore (A) che esisteva principalmente negli Stati Uniti, almeno inizialmente.

Hanno anche completato un'analisi, ancora inedita, di altri 1.001 genomi, e il loro studio fornisce prove concrete (come hanno fatto altri) che la diffusione della malattia tra gli esseri umani si è verificata tra il 13 settembre e il 7 dicembre 2019, molto prima che fosse identificata in Cina.

C'è dell'altro:

Nel 2004, l'Hong Kong Wenweipo pubblicò un articolo intitolato "Il primo focolaio di SARS sospettato negli Stati Uniti", citando AP e Reuters (3), su una donna americana di 45 anni che si ammalò gravemente con i tipici sintomi della SARS pochi mesi prima dell'epidemia di Hong Kong e che morì nel giro di un giorno, con l'intero ospedale e circa 80 altre persone, con cui aveva avuto contatti, che furono immediatamente messe in quarantena. Wenweipo, ricercatori cinesi, virologi russi ed esperti militari hanno ipotizzato che il virus SARS fosse stato necessariamente creato dall'uomo e quasi sicuramente rilasciato da un laboratorio militare americano, essendo la copertura americana nascosta. È ancora un mistero spiegare come i media occidentali (USA) abbiano immediatamente, e all'unanimità, saputo che la SARS era causata da zibetti quando per mesi nessuno sul campo sapeva nulla di concreto.

 

 

CROATIAN  ENGLISH   ESPAÑOL FRANÇAIS  GREEK  NEDERLANDS  POLSKI  PORTUGUÊS EU   PORTUGUÊS BR  ROMANIAN  РУССКИЙ

What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

READ MORE

L.Romanoff´s interview