Monday, September 14, 2020

US Silver Purchase Act of 1934 -- September 14, 2020



US Silver Purchase Act of 1934


By LARRY ROMANOFF – September 14, 2020 



 

Steve Hanke, an Economics Professor Johns Hopkins University in Baltimore, wrote a good article on this topic in the November, 2010 issue of Globe Asia, titled, "America's Plan to Destabilise China - Currency: The Secret Weapon". It is available online and worth reading. [1]


  

On August 9, 1934, President Roosevelt implemented yet another Executive Order, this time number 6814, called The Silver Purchase Act,[2] that specified essentially two things. One, the seizure of all silver in the US, and two, a huge program to purchase silver on the open market at almost three times the then current market price. From any rational standpoint, this action was bizarre. 

 

 

On a spurious pretense of being under pressure from domestic silver producers (who were not suffering at all), Roosevelt defied overwhelming criticism from every side by enforcing this act (originated by the FED) which directed the Treasury (or the FED) to purchase silver at a price of at least US$1.29 per ounce, which was nearly three times the then market price of 45 cents. The US government did indeed nationalise the US silver stocks, but by purchasing that silver from Americans at the old price of $0.45. Only after that did the Treasury offer to purchase silver at the much higher price. This action vacuumed up billions of scarce government funds at the depth of the Great Depression when most Americans were struggling to survive and avoid starvation and bankruptcy. The people paid an enormous price for a policy of no apparent benefit to anyone. Silver producers benefitted marginally and temporarily, but the entire industry employed only a few thousand people, so this massive program was definitely not intended for them, regardless of the propaganda narrative.

 

 

But there's more to the bizarre nature of this Silver Purchase policy. The legislation primarily authorised the Treasury and the FED to purchase silver "from foreign countries" on the open market - on the New York Futures Exchange. But that purchasing on ‘the open market’ never occurred, nor would it. All we need to do is think. Not even a crazy person would spend money buying something at $1.29 when that commodity was widely available on world markets everywhere at $0.45. So what really was driving this new policy?

 

 

SP -- LARRY ROMANOFF -- Ley de 1934 en los Estados Unidos sobre la Compra de Plata -- 14 de Septiembre, 2020


  


Ley de 1934 en los Estados Unidos sobre la Compra de Plata

 

Por Larry Romanoff - 14 de Septiembre, 2020

 


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Steve Hanke, profesor de economía de la Universidad Johns Hopkins de Baltimore, escribió un buen artículo sobre este tema en la edición de noviembre de 2010 del Globe Asia, titulado "El plan de América para desestabilizar China - La Moneda: El arma secreta". Está disponible en línea y vale la pena leerlo. [1]

 

El 9 de agosto de 1934, el Presidente Roosevelt implementó otra Orden Ejecutiva, esta vez la número 6814, llamada Ley de Compra de Plata,[2] que especificaba esencialmente dos cosas. Una, la confiscación de toda la plata en los EE.UU., y dos, un enorme programa para comprar plata en el mercado abierto a casi tres veces el precio de mercado entonces vigente. Desde cualquier punto de vista racional, esta acción era extraña. 

 

Con la falsa pretensión de estar bajo la presión de los productores nacionales de plata (que no sufrían en absoluto), Roosevelt desafió las abrumadoras críticas de todas partes por hacer cumplir esta ley (originada por la FED) que ordenaba al Tesoro (o a la FED) comprar plata a un precio de al menos 1,29 dólares por onza, que era casi tres veces el precio de mercado de 45 centavos de dólar de entonces. El gobierno de los Estados Unidos realmente nacionalizó las acciones de la plata de los Estados Unidos, pero comprando esa plata a los americanos al antiguo precio de 0,45 dólares. Sólo después de eso el Tesoro ofreció comprar plata a un precio mucho más alto. Esta acción succionó miles de millones de los escasos fondos del gobierno en la profundidad de la Gran Depresión, cuando la mayoría de los americanos estaban luchando por sobrevivir y evitar el hambre y la quiebraEl pueblo pagó un precio enorme por una política que no beneficiaba a nadie. Los productores de plata se beneficiaron marginalmente y temporalmente, pero la industria entera empleó sólo a unas pocas miles de personas, así que definitivamente este programa masivo no estaba destinado a ellos, independientemente de la narrativa de la propaganda.

 

Pero hay más en la extraña naturaleza de esta política de Compra de Plata. La legislación autorizó principalmente al Tesoro y a la FED comprar plata "de países extranjeros" en el mercado abierto, en la Bolsa de Futuros de Nueva York. Pero esa compra en el "mercado abierto" nunca ocurrió, ni ocurriría. Todo lo que tenemos que hacer es pensar. Ni siquiera un loco gastaría dinero comprando algo a 1,29 dólares cuando esa mercancía estaba ampliamente disponible en los mercados mundiales de todas partes a 0,45 dólares. Entonces, ¿qué fue lo que realmente impulsó esta nueva política?

 

Saturday, September 12, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- A Campanha de Agressividade contra a China. August 6, 2020


 

Pompeo in Israel on a mission to counter China - Asia Times 

A Campanha de Agressividade contra a China

 

LARRY ROMANOFF • AUGUST 6, 2020



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Introdução

Não deveria ser segredo, embora ainda pareça ser, que nenhuma das duas guerras mundiais foi iniciada (ou desejada) pela Alemanha, mas foi a criação de um grupo de judeus sionistas europeus com a intenção declarada de destruir totalmente a Alemanha. [1][2][3][4][5][6][7]No entanto, essa tese não é o propósito deste ensaio e não vou expandi-la, mas o conteúdo deve provar ao leitor comum que a Primeira Guerra Mundial certamente se encaixa nesta descrição. O objecivo principal deste ensaio é demonstrar não só que a 'História se repete', mas que a História que se repete hoje, é uma preparação em massa da população do mundo ocidental (mas principalmente dos americanos) para a Terceira Guerra Mundial - que acredito, que agora está prestes a acontecer.

Em 1940, estes sionistas europeus e proprietários dos meios de comunicação mediática (escondidos atrás do cenário do governo do Reino Unido) iniciaram o que designaram como a "campanha de hostilidade", com a causa declarada de "incutir ódio pessoal contra o povo alemão e contra a Alemanha", as partes relacionadas satisfeitas porque os 6% originais da população britânica que 'odiava a Alemanha' aumentaram para mais de 50% no final da campanha, e não parou por aí. As ondas da rádio estavam cheias de descrições da “crueldade e da escuridão da alma alemã”.[8] Havia artigos nos jornais britânicos a defender o “extermínio sistemático de toda a nação alemã” a ser realizado após o fim da guerra. Assim, após a vitória sobre a Alemanha, cada pessoa de ascendência alemã seria executada e a própria nação da Alemanha desapareceria para sempre. Essas execuções foram realmente iniciadas - os campos de extermínio de Eisenhower, seguidos pelo Plano Morgenthau, os quais finalmentemente falharam. Os métodos de “incutir ódio pessoal” à Alemanha talvez tenham sido muito bem sucedidos. A histeria anti-alemã tornou-se tão grave que o rei George V teve de mudar o seu nome alemão de ‘Saxe-Coburg’ para ‘Windsor’, e renunciar a todos os seus títulos alemães.

Não era só nos EUA e no Reino Unido que esse ódio aos alemães estava a ser propagado. Nos países de todo o mundo, a comunicação mediática espalhou a mesma mensagem de ódio contra a Alemanha e contra os alemães. Equipas de "especialistas" seguiam o mesmo esquema na maioria das restantes nações, todas instilando um ódio maciço pelos alemães que, em todas as nações, eram veementemente retratados como a encarnação do mal, essa natureza decorrente apenas do facto de serem de origem alemã. No Brasil, as manifestações e os motins anti-alemães consumiram o país, com empresas alemãs a ser destruídas e alemães a ser agredidos e mortos. Em quase todas as nações, a imprensa de língua alemã e o uso da língua alemã desapareceram completamente durante a guerra por medo de represálias, assim como todas as escolas alemãs e a maioria das empresas. Nenhuma foi reaberta. O Brasil estava determinado, inicialmente, a permanecer neutro, mas um sindicato de estudantes universitários recém-criado foi agregado e usado com tanta eficácia, que dentro de um ano o Brasil declarou guerra à Alemanha. [9] No Brasil, Estados Unidos, Canadá e Austrália, muitos nomes de cidades, ruas e iguarias, foram alterados para eliminar sua origem alemã.

Em todo o mundo, bem como nos Estados Unidos, foi usada uma propaganda de guerra desleal e enganadora, durante ambas as Guerras Mundiais, para incitar populações inteiras a um ódio irracional por tudo o que é alemão, até mesmo ao ponto de haver poderosas recomendações da comunicação mediática para que toda a raça alemã fosse exterminada - em todas as nações. Com tudo isto e muito mais, a América era um viveiro de ódio para toda a população alemã. Após a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi amplamente acusada de usar propaganda contra os judeus, enquanto os nossos Compêndios de História apagaram a tempestade enorme e indescritivelmente maligna, de propaganda de ódio mundial contra os alemães levada a cabo pelos judeus, antes e durante as duas guerras mundiais. Os detalhes são mencionados a seguir.


IT -- LARRY ROMANOFF -- La campagna dell'odio contro la Cina -- August 06, 2020


 

 Pompeo in Israel on a mission to counter China - Asia Times

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Larry Romanoff – 6 agosto 2020                                         

Scelto e tradotto da Cinthia Nardelli e Arrigo de Angeli per ComeDonChisciotte.org

Redazione CDC 30 Agosto 2020 , 8:06 Mass MediaNotizie dal Mondo 16 Commenti 10,510 Viste

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Le origini della manipolazione di massa dell’opinione pubblica

Molti anni fa, il commentatore politico ebreo-americano Walter Lippmann si rese conto che era possibile costruire completamente l’ideologia politica, usando i media per controllare sia la presentazione che la concettualizzazione, non solo per creare false credenze profondamente radicate in una popolazione, ma anche per cancellare completamente le idee politiche indesiderate dall’opinione pubblica. Questo fu l’inizio non solo dell’isteria americana per la libertà, la democrazia e il patriottismo, ma di tutte le opinioni politiche costruite, un processo che è stato messo in atto da allora. Lippmann ha creato queste teorie di persuasione di massa del pubblico, usando “fatti” totalmente inventati, profondamente insinuati nella mente di un pubblico credulone; ma in questa storia c’è molto di più. Un ebreo austriaco di nome Edward Louis Bernays (nella foto),

nipote di Sigmund Freud, fu uno degli studenti più precoci di Lippmann e fu lui a metterne in pratica le teorie. Bernays è ampiamente conosciuto in America come il padre delle Pubbliche Relazioni, ma potrebbe essere descritto molto più correttamente come il padre del marketing di guerra americano e della manipolazione di massa dell’opinione pubblica.

Bernays sosteneva: “Se comprendiamo il meccanismo e le motivazioni della mente collettiva” sarà possibile “controllare e irreggimentare le masse come vogliamo senza che se ne rendano conto“. Egli chiamava questa tecnica scientifica di manipolazione dell’opinione “ingegneria del consenso“, e per realizzarla fondeva le teorie della psicologia delle masse con le idee psicoanalitiche di suo zio Sigmund Freud [10][11]]. Bernays considerava la società irrazionale e pericolosa, con un “istinto di gregge”, e che se il sistema elettorale multipartitico (che le prove indicano essere stato creato da un gruppo di élite europee come meccanismo di controllo della popolazione) doveva sopravvivere e continuare a servire quelle élite, era necessaria una massiccia manipolazione dell’opinione pubblica. Queste élite di “persone invisibili” avrebbero, attraverso la loro influenza esercitata sui governi e il controllo dei media, il potere di influenzare il pensiero, i valori e le reazioni dei cittadini. La sua convinzione era che questo gruppo avrebbe dovuto inondare il popolo di disinformazione e propaganda carica di emozioni per “ingegnerizzare” l’acquiescenza delle masse e quindi governarle. Secondo Bernays, questo prodotto del consenso delle masse, creando una conformità di opinione plasmata dallo strumento della falsa propaganda, sarebbe stato vitale per la sopravvivenza della “democrazia”. Bernays ha scritto:

Wednesday, September 9, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF -- Citibank - O Grande Roubo de Ouro -- August 11, 2020


 


Citibank - O Grande Roubo de Ouro


 LARRY ROMANOFF • AUGUST 11, 2020

 

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Nas suas promoções na China, o Citibank orgulha-se de ter sido estabelecido pela primeira vez na China, em 1902, testemunhando a sua devoção à China ao exibir uma foto da moeda emitida na China pelo National City Bank de Nova York. Mas depois, de 1902 até à trepidante reentrada do Citi na calmaria de Shenzhen, na China, no final da década de 1980, não houve nada. Especificamente, não há informações sobre as actividades do Citi durante este período, além dos nomes de uma dúzia de cidades com filiais e uma declaração abafada de que o Citibank deixou a China "por causa da guerra". Durante este período, temos apenas silêncio. Não só silêncio, mas uma estranha falta de declarações escritas. Na verdade, a Internet, pelo menos as partes que podem ser controladas, foram totalmente higienizadas. Segundo a comunicação mediática e os arquivos históricos de todo o mundo, o Citibank não existiu na China desde 1902 até 1949, ou seja, desde o dia em que chegou até ao dia em que partiu. Em breve saberemos por quê.

 

No início da década de 1900, na maioria dos países, os bancos centrais dos governos não emitiam moeda, deixando essa tarefa para os vários bancos licenciados, cada um dos quais tinha permissão para emitir quantias ilimitadas de moeda, desde que tivesse garantia suficiente em ouro ou prata para corresponder ao volume de papel-moeda impresso. E em muitos países, o papel-moeda de muitos bancos circulava simultaneamente e era livremente intercambiável e aceite como dinheiro baseado na certeza de ser apoiado pelo metal precioso. Esta condição também era uma realidade na China e os bancos chineses e estrangeiros emitiam as suas versões de papel-moeda. 

 

No caso do Citibank ou, mais correctamente, do National City Bank de Nova York, foi-lhe concedida permissão para abrir filiais em Shanghai e emitir papel-moeda fundamentado na exigência de estar apoiado pelo mesmo valor em metal precioso, estipulação a que o Citi obedecia. (1) Mas, depois, com a ausência de controlo devido à presença do Japão e à interferência perturbadora das potências ocidentais na China, o Citi tornou-se ambicioso e expandiu a sua rede de agências em quatorze cidades diferentes - sem permissão - e começou a emitir quantias ilimitadas de moeda em todas elas, mas sem essas quantias estarem apoiadas pelo mesmo valor em ouro ou prata. O Citi estava à beira da falência na época e não tinha mais activos para comprometer, então o banco começou, simplesmente, a imprimir e a emitir moeda chinesa sem qualquer apoio de metais preciosos, baseado na suposição de que seria aceite pela população. (2) Era um verdadeiro “suitcase banking”, visto que eram simplesmente bancos de fachada ilegais, sem activos e sem evidência de capital registado. Não consegui encontrar nenhum registo definitivo da quantidade total de moeda falsa emitida pelo Citi, mas certamente teria sido na ordem de dezenas de biliões de dólares, contribuindo fortemente para a inflação na China e produzindo enormes lucros criminosos para o banco.

 

Mas houve muito mais, dado que os proprietários do Citibank elaboram e levaram a cabo o que foi talvez o maior roubo fraudulento de toda a História da China, durante de 5.000 anos. O Citi não estava satisfeito com os lucros da venda de papel-moeda e, por esse motivo, concebeu um esquema para se apoderar do ouro das famílias chinesas, ouro que era mantido pela maioria dos cidadãos como sendo uma forma tradicional de poupança. O banco deu início a uma campanha amplamente promovida destinada a encorajar todos os chineses a trazer as suas barras de ouro para o Citibank e armazená-lo nos cofres desse mesmo banco, por razões de segurança. Todos os cidadãos receberiam certificados de ouro em papel como prova dos seus depósitos, certificados que poderiam ser resgatados a qualquer momento em ouro verddadeiro. (3) O governo chinês fez grandes esforços para desencorajar a participação dos cidadãos nesse programa, pois já tinha ficado bem claro que os estrangeiros não eram dignos de confiança.


Friday, September 4, 2020

拉里·罗曼诺夫 -- 美国例外论 -- 2020年8月22日




美国例外论

拉里·罗曼诺夫2020822


Everything You Ever Wanted To Know About American (White ...


 

欢迎来到自由之地美国,在华盛顿特区的国际机场,当你排队等候提取指纹,并在你的体腔中寻找微型核装置时,你可以看到这些标志。

 

我本可以把这篇文章命名为把猫放在鸽子中间。为了防止预期的分歧雪崩,我确认了我对各种各样的个人和机构所产生的统计数据的认识,这些统计数据的意图和意识形态千差万别,这些数据几乎可以证明任何一个人想要证明的东西,基尼系数就是一个简单的例子。这篇文章所依据的统计数据并非随意选取,也并非因读者的不满而失效。

 

国是最好的,只不过是最坏的

 

在所有西方国家中,美国的收入差距最大(1) (2),超过了中国和一些不发达国家。因此,在大多数国家中,它的社会流动性最低(3),这意味着改善一个人在生活中的地位变得越来越不可能。如果你的父母没有受过教育,没有富裕,你也永远不会富裕,美国梦也就破灭了。今天的美国拥有所有主要国家中最小的中产阶级和最大的下层阶级,中产阶级在2008年已基本被掏空,这一过程今天完成了,现在可能永远不会恢复。美国是所有国家中个人债务最多的国家(4),包括信用卡债务和越来越无法偿还的学生贷款,美国现在在个人破产方面居世界首位(5)。根据美国政府自己的统计数据,自2008年以来,美国拥有住房的比例最低,为57%(6),排在世界第43位,远远低于中国的90%(7),与大多数其他国家相比,美国现在几乎是无家可归的流行病,数百万无家无家的家庭有孩子。

 

Thursday, September 3, 2020

拉里·罗曼诺夫 -- 介绍

介绍


          

中国人很幸运,在一个几乎不受国际政治影响的国家中成长,但现在是改变的时候了,因为中国正进入一个重要而复杂的发展阶段。中国人民不能再忽视其国家发展所带来的地缘政治影响,须正视塑造其国家的那股外部力量。现在是中国发展的最后阶段,面临的问题比发展初期更加困难,对于影响中国的外部问题的重要性,中国人民绝不能掉以轻心。中国的纯真时代即将结束。中国政府取得奇迹般的成就 - 仅用了一个时代的时间,中国人民的生活质量得到了质的提高,这些在其他国家几乎前所未有。但正因为如此,有股强大的力量正在试图让中国跌倒,,其中以美国为首的国家并不希望中国崛起。

 

中国外交事务委员会主任赵启正在他的谈话中申明:中国人需要对国际事务有一个更新的、更开放的意识,适应世界发展的趋势。中国人民必须更加关心自己在世界上的地位,更加关注国际形势对自己的影响,更加愿意在国际事务中发出自己的声音。中国公众需要更彻底、更全面地了解国际社会。中国人既要有民族自豪感和尊严,又要有高瞻远瞩的眼光和更加宽广的胸怀。

 

际事件的发展已经到了一个关键的阶段,了解这些事件对中国的未来至关重要。我已经发表了数百篇关于中国、西方以及对中国有重大影响的地缘政治问题的文章。其他优秀的作家也发表了相同观点的文章。我希望这些文章能被翻译成中文并发布在微博上,这样所有的中国人都能够看到这些不同的观点。


多年前,来自加拿大的白求恩医生,对中国人民做出了巨大的贡献。我不自诩跟白求恩一样,但真诚希望能够对中国,这个我所热爱的国家,奉献出我的微薄之力!

Larry Romanoff

 

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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L.Romanoff´s interview